O ritmo da busca segue a dança do Hemisfério Celestial Sul, a beleza do movimento involuntário ocupação vibrante, que sustenta, dança por dentro e põe a exalar as estrelas em plena liberdade, o que que quer que aconteça, para que a nossa dança não acabe; por ela estremecer e preceder - o que faz o estertor acontecer. O léxico de fogo ancestral das tradições poéticas da porção austral trago na pele de marfim entre o abissal e o insondável - o desejo que não tem fim, e da tua parte leio o sim; mais claro embora discretado diante da minha existência que te faz desconcertado. O estado da arte em curiosidade continua proporcionalmente intenso e sem nenhuma perda, porque pela tua existência, arde; e convicto é atemporal poema com o calor que consome a pele, com andor da paixão intensa em adustão que precede o toque - sem limite cortante do desejo; justamente onde o prazer encontra o perigo mesmo sem ver. Assumido efervesce...
No reduto da divina intimidade, dominante, visceral e pretensa o visceral acontece e reinventa em tempo de colheita do Cambuí. Sem sacrifício e sem desafio o sagrado, a litania e tradição, o cofre se rende a fantasia da tua absorção total - tão minha. Inundados pela possessão total, sem vergonha, sem noção, sem temer a rotulação que digam que é profanação - a congregação. Dispensar a elegância, a sedução refinada e a intenção acocorada é sacrilégio evidente que jamais terá em nós entrada. Acordados em total revolução, concordamos com o que deixa a criatividade acesa, as vistas encantadas e as nossas peles acetinadas - iluminadas.
Trazer o discreto deliquescente pôr nas tuas mãos a fermosa para desmanchar de prazer, Revolver - filar o teu corpo; em cativanza vir total a maer, para que nada mais nos escape. Renovar a merencória conquista de pacificamente despertar os estados e nossas atmosferas, Jazer o mundo até a próxima cena de espasmódicas quimeras em indomáveis adstringências. Elevar a temperatura e o clímax para atravessar as auroras, Deixar que a alva Lua alcance como voyeur e do assento ledo me aposse como mulher plena em sinuoso movimento. Colocá-lo para descansar meio em meio ao eflúvio vivido, despertar e sair como Eva insinuante e tátil pela mata, sem temer que estejam olhando, e colher pitangas-pretas para o café-da-manhã nubívago.
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