Possessão absoluta



A queda envolvente silenciosa

diante da possessão absoluta,

O contentamento acende tocha,

tem me feito na tua bem-aventurada 

do orvalho da proibida aurora,

que tu sorve sedento e dedicado

para fazer-te plenamente saciado.


Com os ventres licenciosos, 

febris e nossos toques sutis,

A mente se deixar absorver 

pelas respirações entrecortadas

com doce aroma de Jenipapo 

e o seu cavalheiresco cuidado.


Tudo aquilo que por dentro foi 

iniciado nem mais nenhum outro 

alguém terá a audácia e a honra

do teu coração vir a tomar conta:

a inevitável glória do amor direciona.

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