Paraselene




Não tenho vocação 

para ser Paraselene,

trago amor perene 

como a Lua Austral 

que te pertence infrene. 


No alcance das mãos, 

a ternura no céu íntimo

possuidor das estrelas 

que iluminam o destino,

que com astúcia mimo.


Não tenho outro padrão 

que não me faça única,

ou que não me faça tua;

sou a tua sublime loucura 

de amor que em ti perdura.


Até porventura quando

estiveres por acaso distraído,

eis-me como a tua contínua 

busca que reina absoluta,

a intocada fortaleza que perdura.

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