Tingui-preto




Venero-te como o Tingui-preto

finca as raízes na terra serena,

O teu olhar apolíneo me rega,

concede milhões de asas --

e ainda não nem é primavera. 


Do Tingui-preto com carinho 

preparo a surpresa de banhar,

O meu ser de Mata Atlântica,

é o teu paraíso de descansar,

entregar e de doce enredar. 


Como a palma da minha mão

é o caminho para o coração 

sem tempo e sem distância,

Porque de ti sou eu a ilustre 

habitante sublime e romântica.

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