Eu tenho visto pelo Google gente alterando sem a minha permissão os títulos dos meus poemas, não autorizei nenhuma pessoa ou site, e tampouco faço parcerias poéticas.
Sempre que quiserem retirar o heroísmo da minha história, ou de quem quer que seja, Deixo-me iluminar pela chama do panteão dos heróis, Para que a glória e a esperança nada nem ninguém jamais apaguem. Peço a iluminação e coragem do espírito de Guglielmo Oberdan, um valente garibaldino convicto, o protomártir do Irredentismo; Para recordar de onde viemos, pois continua vibrante e mais vivo do que antes e não será esquecido: [Que a forca nunca deteve o objetivo]. Com igual espírito do herói ainda jovem, que com Garibaldi esteve reunido, Os nossos ancestrais chegaram, se estabeleceram para [permanecer]; e unidos com amor e entrega esta Pátria para viver e construir, Saiba que está para nascer [quem ousará a História destruir].
Trazer o discreto deliquescente pôr nas tuas mãos a fermosa para desmanchar de prazer, Revolver - filar o teu corpo; em cativanza vir total a maer, para que nada mais nos escape. Renovar a merencória conquista de pacificamente despertar os estados e nossas atmosferas, Jazer o mundo até a próxima cena de espasmódicas quimeras em indomáveis adstringências. Elevar a temperatura e o clímax para atravessar as auroras, Deixar que a alva Lua alcance como voyeur e do assento ledo me aposse como mulher plena em sinuoso movimento. Colocá-lo para descansar meio em meio ao eflúvio vivido, despertar e sair como Eva insinuante e tátil pela mata, sem temer que estejam olhando, e colher pitangas-pretas para o café-da-manhã nubívago.
Floração de Manduí silenciosa no coração, É a minha presença que traz o frescor com flores do amor discreto e feminino, Que não será resistido por nada nessa vida. Revelo-me como titular assumida da rebelião interna que não pode ser dentro de ti contida, Eis-me a inabalável que mantém o tempo todo a tua pele acendida, e a fantasia mais realista.
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