Pitangas-pretas
Trazer o discreto deliquescente pôr nas tuas mãos a fermosa para desmanchar de prazer, Revolver - filar o teu corpo; em cativanza vir total a maer, para que nada mais nos escape. Renovar a merencória conquista de pacificamente despertar os estados e nossas atmosferas, Jazer o mundo até a próxima cena de espasmódicas quimeras em indomáveis adstringências. Elevar a temperatura e o clímax para atravessar as auroras, Deixar que a alva Lua alcance como voyeur e do assento ledo me aposse como mulher plena em sinuoso movimento. Colocá-lo para descansar meio em meio ao eflúvio vivido, despertar e sair como Eva insinuante e tátil pela mata, sem temer que estejam olhando, e colher pitangas-pretas para o café-da-manhã nubívago.

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