À Mary Shelley




Quando o ódio acampa,

não se esqueça que para tudo

sempre existe esperança.


Deus nos ergue das profundezas 

e da condição aberrante

existencial de criatura,

creio n'Ele de maneira profunda.


Repudio existencialmente 

a máxima literária que um dia 

foi escrita por uma pluma sofrida:


"El corazón humano es un ángel caído".


Mary Shelley, lado a lado, 

com a morte teve convívio,

e com ela escreveu o seu destino.


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