Delícias infindas




Não temer nenhum risco,

num lugar secreto

de ser o universo,

e com os dois pés na terra,

com o peito aberto.


Assumir de tudo

um pouco, sem reserva,

e entre dois mundos —

selar a convergência

com lábios mudos.


De um pacto semeado

sem nenhum pleonasmo,

arcando ser de um

jardim oriental:

todas as frutas

mais doces e macias

para alimentar,

com delícias infindas,

a sua liberdade

de tão linda ave.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

O Prisioneiro Infinito: Muhammad Rahim

Guglielmo Oberdan

Pitangas-pretas