Camboatás floridos




Os bailes das auroras do mundo

encontram a vulnerabilidade

escolhida para não desperdiçar

nem por um segundo

quando o tempo de amar chegar.


Onde habitar na insensibilidade 

e na ironia virou segunda pele

para adornar a rotina,

Escolhi habitar na rebeldia,

e nadar contra as correntes,

porque quero permanecer viva.


Os jogos ainda não estão definidos,

algo diz que seremos surpreendidos.

Embora conversamos mesmo

apenas pelos sinais percebidos;

como se fôssemos velhos conhecidos.


Neste junho com os camboatás floridos

refazendo o chão que está mostrando

a diferenciação trazendo benefícios melíferos,

por causa de você a anunciar o Ano Novo, 

devagarinho, e que me tem no coração.

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