Déjà-vu
Admito convicta que é um lindo déjà-vu vê-lo no tempo da florada generosa do Orgulho de Barbados, abrindo comigo uma caixa enfeitada e apreciando cartões de namorados feitos por um misterioso marinheiro. Há algo pleno em nós, raro e olvidado nos dias de hoje: a crença firme de que o romantismo não está superado, e que não nascemos para outro destino que não viver nos amando, lado a lado. Dizem que é preciso ter cuidado, o coração está cunhado sem conseguir parar de te querer junto e gamado, porque ama com o que há mais devotado.