Perder-me no tempo dos teus lindos olhos, Distantes de tudo, cercados de sonhos em algum jardim na primavera austral unidos pela intenção amorosa sem igual. ... Somos o voo dos condores sobre os galhos estendidos pelos caminhos no Hemisfério Sul; Ocaso com mística e direção, ambos nascidos sob medida para desafiar os vis desalinhos. Sempre quando o silêncio romper a mais quieta noite da existência, estamos prontos para libertar. [Não nascemos para deixar nos dominar.] ... Atados por dentro, abrindo o peito e habitando a alma, Para mim nunca fostes estrangeiro, O nosso sentimento não é passageiro, Não há um só dia que não te queira comigo em Rodeio. ... Lampejos da lembrança outonal do céu colorido no Médio Vale do Itajaí e do seu sorriso no meio de tudo isso, Tens tudo para viver comigo o paraíso. ... A lua da colheita beijou o oceano, Tu és o plano mais romântico, Guardo uma carta com ...
Carregar algo de extrema beleza como o aricá enfeitando o destino, Criando jardins com terra preta sendo convencida que é poema. Buscar preservar a tranquilidade da época a inocência era intocada, Mantendo alguma parte preservada para que o que é indomável liberdade. Capturar o subtexto que se desfere para não deixar entrar o que fere, Deixando por conta da nossa liberdade indomável para que o melhor se preserve. Não se deixar levar pelas correntes, caminhando com todas as coragens.
Trazer o discreto deliquescente pôr nas tuas mãos a fermosa para desmanchar de prazer, Revolver - filar o teu corpo; em cativanza vir total a maer, para que nada mais nos escape. Renovar a merencória conquista de pacificamente despertar os estados e nossas atmosferas, Jazer o mundo até a próxima cena de espasmódicas quimeras em indomáveis adstringências. Elevar a temperatura e o clímax para atravessar as auroras, Deixar que a alva Lua alcance como voyeur e do assento ledo me aposse como mulher plena em sinuoso movimento. Colocá-lo para descansar meio em meio ao eflúvio vivido, despertar e sair como Eva insinuante e tátil pela mata, sem temer que estejam olhando, e colher pitangas-pretas para o café-da-manhã nubívago.
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