Fazer a escolha certa quando houver ruído é o dever do poeta. ... Quando falta o caminho ou falta a luz no túnel, Perceber o destino para fluir a criatividade. ... Haverá entre nós o alinhamento como estrelas e planetas no nosso austral firmamento, e assim viveremos com todo amor e encantamento. .... Preludiam os ventos da primavera caudilha alisando as nossas faces, Se afastem do desastre porque depois será tarde. .... Noite de lua, gato de rua, alma absoluta em tua busca. ... Noite alta, Gato de rua, Doce alma À tua busca. ... Com os desafios quero brincar, Contigo quero doce me enredar e potente amar em ritmo de soul. ... Império de desejos, intenções bailantes no entorno há sublimes nenúfares flutuantes. ... Barco de pescador em terra firme nunca será limite. ... Diplomacia não se faz com pirotecnia, e nem com intrometimento na Pátria alheia, Quem não quiser ter o bom entendimento: Só lamento. [A gro...
Carregar algo de extrema beleza como o aricá enfeitando o destino, Criando jardins com terra preta sendo convencida que é poema. Buscar preservar a tranquilidade da época a inocência era intocada, Mantendo alguma parte preservada para que o que é indomável liberdade. Capturar o subtexto que se desfere para não deixar entrar o que fere, Deixando por conta da nossa liberdade indomável para que o melhor se preserve. Não se deixar levar pelas correntes, caminhando com todas as coragens.
Trazer o discreto deliquescente pôr nas tuas mãos a fermosa para desmanchar de prazer, Revolver - filar o teu corpo; em cativanza vir total a maer, para que nada mais nos escape. Renovar a merencória conquista de pacificamente despertar os estados e nossas atmosferas, Jazer o mundo até a próxima cena de espasmódicas quimeras em indomáveis adstringências. Elevar a temperatura e o clímax para atravessar as auroras, Deixar que a alva Lua alcance como voyeur e do assento ledo me aposse como mulher plena em sinuoso movimento. Colocá-lo para descansar meio em meio ao eflúvio vivido, despertar e sair como Eva insinuante e tátil pela mata, sem temer que estejam olhando, e colher pitangas-pretas para o café-da-manhã nubívago.
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