#RetoLiterpo "En tu pecho encontré verdad" 6 al 7 de mayo de 2026
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É um gesto simbólico numa dinâmica entre poetas de língua espanhola, eu ganhei este reconhecimento depois de ter participado na rede social X, acesse os links das palavras iluminadas em azul para ficar por dentro:
Barco de pescador em terra firme nunca será limite. ... Diplomacia não se faz com pirotecnia, e nem com intrometimento na Pátria alheia, Quem não quiser ter o bom entendimento: Só lamento. [A grosseria também se abriga na diplomacia.] ... Perder-me no tempo dos teus lindos olhos, Distantes de tudo, cercados de sonhos em algum jardim na primavera austral unidos pela intenção amorosa sem igual. ... Somos o voo dos condores sobre os galhos estendidos pelos caminhos no Hemisfério Sul; Ocaso com mística e direção, ambos nascidos sob medida para desafiar os vis desalinhos. Sempre quando o silêncio romper a mais quieta noite da existência, estamos prontos para libertar. [Não nascemos para deixar nos dominar.] ... Atados por dentro, abrindo o peito e habitando a alma, Para mim nunca fostes estrangeiro, O nosso sentimento não é passageiro, Não há um só dia que não te queira comigo em Rodeio. ... Lampe...
Carregar algo de extrema beleza como o aricá enfeitando o destino, Criando jardins com terra preta sendo convencida que é poema. Buscar preservar a tranquilidade da época a inocência era intocada, Mantendo alguma parte preservada para que o que é indomável liberdade. Capturar o subtexto que se desfere para não deixar entrar o que fere, Deixando por conta da nossa liberdade indomável para que o melhor se preserve. Não se deixar levar pelas correntes, caminhando com todas as coragens.
Trazer o discreto deliquescente pôr nas tuas mãos a fermosa para desmanchar de prazer, Revolver - filar o teu corpo; em cativanza vir total a maer, para que nada mais nos escape. Renovar a merencória conquista de pacificamente despertar os estados e nossas atmosferas, Jazer o mundo até a próxima cena de espasmódicas quimeras em indomáveis adstringências. Elevar a temperatura e o clímax para atravessar as auroras, Deixar que a alva Lua alcance como voyeur e do assento ledo me aposse como mulher plena em sinuoso movimento. Colocá-lo para descansar meio em meio ao eflúvio vivido, despertar e sair como Eva insinuante e tátil pela mata, sem temer que estejam olhando, e colher pitangas-pretas para o café-da-manhã nubívago.
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