Barra Vento




Seja na Capoeira, no Candomblé,

ou até mesmo na Umbanda,

o meu coração atende 

ao toque do Barra Vento, 

como fiel e protegida.

Este é o meu sentimento:

bater forte, como cada tambor 

dos terreiro desta amada Pátria.


Na primeira linha de Xangô,

assumo-me herdeira

do poetinha do Brasil,

semeando esperança

para ser, sempre, vencedora

em qualquer demanda.


Depois de toda tempestade,

a bonança se anuncia,

e o meu Oxalá sempre será o maior;

só Ele é digno da confiança,

de toda glória e do mais alto louvor.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Micropoemas e poemas curtos

Pitangas-pretas

Guglielmo Oberdan