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Mostrando postagens de dezembro, 2017

Rasgaria

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Eu sei que escrevo bem da forma que acarinha, e se não estivesse   certa disso, os meus poemas eu rasgaria. A indiferença de cristal, que destes não me quebrou, revisito os meus poemas, só para relembrar que meu peito por ti bateu, e tanto te amou. Os poemas que escrevi espalhados no ar, são toques de perfumes para magiar de amor, e dar coragem a outros peitos de se apaixonar. A onipresença de meus versos, hão de te alçar, quando menos você esperar: estará a ler cada um deles e irá sentir  a minha ausência a doer-te, e o teu peito sangrar.

Assim...

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O quê será de ti, eu não sei, Mesmo que não queira, Lerás cada verso, para entender Que eu te amei. Não me esqueci, não resisti, Aceitei o conselho e a ironia de quem dizia que voltaria a me admirar: virei uma mulher Tão forte, que agora não Quer mais voltar; porque de tão forte que me tornei, Só sei escrever ao invés de chorar. O quê será de ti já não importa, Os meus poemas cuidarão de fazer Por mim o quê eu não posso: Te tirar daqui. Não existe beleza na indiferença, Ela se encontra nos manifestos - poéticos - que não leste, Nas fotos que ignoraste; Envenenaste  a minha crença na tua existência, E agradeço! E salva de ti, assim desse jeito, 'tu' me perdeste.